“PADRE” CUBOLA, “PRESIDENTE” DE UM FALSO “ALTO CONSELHO” É TRAIDOR DE CABINDA

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LEIAM ISTO : O “PADRE” CUBOLA QUE SE AUTO INTITULA “PRESIDENTE” DE UM “ALTO CONSELHO” CONFUSIONISTA É O MESMO TRAIDOR QUE EM 2006 CRITICOU PADRES QUE CELEBRARAM MISSA EM CABINDA. É ISSO QUE QEREMOS? ESTE “PADRE” É AGENTE DE ANGOLA !!!!
 
Vigário refuta xenofobia independentista em Cabinda
17-05-2006 | Fonte: Apostolado
 
O Vigário Geral da Diocese de Cabinda refuta publicamente a xenofobia sentida nas afirmações de um padre local independentista.
 
Aquele responsável diocesano, P. Millan Dernitchek, de nacionalidade checa, exprimiu esta posição em carta aberta dirigida ao congénere autor das tais declarações, P. João Brito Mayamba.
 
«Jamais repita que Cabinda não é terra para o padre Millan (pois) não está a dizer a verdade, mas sim, a mentir o povo», escreveu o vigário.
 
A carta frisa contudo a irmandade com o destinatário e convida-o ao trabalho conjunto mútuo para o bem da região. Também, vinca o apego do Vigário às posições da Conferência Episcopal de Angola e São Tomé (CEAST, radicadas na defesa de uma solução pacífica e legal do caso da reivindicação da autonomia ou independência de Cabinda.
 
O Vigário recordou que sempre manifestou «contra métodos violentos como ameaças de morte, ofensas corporais, mentiras, difamações e vinganças» para a resolução dos problemas da região província petrolífera de Angola.
 
A carta surge na sequência de mais um distúrbio protagonizado domingo último, quando o grupo de padres independentistas tentaram manter uma missa proibida previamente pela autoridade pública.
 
A postura dos referidos religiosos foi condenada ontem nos microfones de Ecclesia pelo Padre Felix Robert Cubola, da ala legalista.
 
Padre Kubola apelou para os tais colegas clarificarem a sua posição entre manter-se na Igreja Católica Romana e acatar as decisões do seu chefe, o Santo Padre, ou abandoná-la.
 
«Já vimos muitos padres que saíram da Igreja Católica sem distúrbios. Se há distúrbio e há desordem é porque há uma provocação. E temos que ver se é padre ou não é. Se é então renuncia», declarou o padre Cubola.

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